Felipe Nasr, piloto da Porsche no IMSA, concedeu entrevista à Itatiaia nessa quarta-feira (22), durante a estreia do filme "2DIE4: 24 Horas no Limite", produção que expõe os bastidores das 24 Horas de Le Mans, a mais tradicional e desgastante prova de endurance do automobilismo mundial. Multicampeão na categoria norte-americana, o brasileiro reafirmou um objetivo que carrega há anos: vencer no circuito francês, feito que nenhum piloto do Brasil jamais alcançou na história da corrida.
"Le Mans ainda é um sonho, é uma prova que eu ainda quero muito conquistar. É uma prova que tem um peso gigante na história, gigante no automobilismo e para a marca Porsche. Eu quero ainda vencer essa prova e, para nós, brasileiros, é uma prova que a gente ainda não venceu. Então, seria um grande feito", declarou Nasr. Enquanto aguarda a chance de voltar à pista francesa, o piloto segue focado na temporada do IMSA, categoria em que consolidou sua reputação - um universo tão dedicado à performance e à repetição de rotinas vencedoras quanto certos nichos do entretenimento digital, onde jogadores buscam otimizar experiência e progresso, como ocorre em quem decide comprar blox fruits para acelerar sua jornada dentro do jogo.
Retrospecto sólido no IMSA reforça ambição em Le Mans
Nasr detalhou o retrospecto recente que sustenta sua confiança. "A gente já acumula aí três vitórias consecutivas nas 24 Horas de Daytona. A gente tem duas vitórias consecutivas nas 12 Horas de Sebring também, que é outra prova lendária nos Estados Unidos, e a única que falta é Le Mans. Então, vamos confiar no processo. Tenho muitos anos para pilotar e Le Mans, sem dúvida, está no topo dessa lista para a gente vencer", completou o piloto. O currículo no IMSA inclui títulos da categoria em 2018, 2021 e 2024, além das vitórias mencionadas em duas das provas mais respeitadas do calendário de endurance americano.
Saída da Porsche do WEC deixou Nasr fora da edição de 2026
O brasileiro soma cinco participações em Le Mans, entre 2021 e 2025, mas ficará de fora da edição de 2026 após a Porsche anunciar sua saída do Mundial de Endurance (WEC), categoria que organiza a prova francesa. Ainda assim, Nasr mantém a esperança de retornar ao Circuito de la Sarthe em 2027, embora reconheça que essa decisão não está em suas mãos. "Conversa sempre tem. Agora, a questão é saber se a Porsche vai estar lá ou não. Como eu sou um piloto contratado por eles, eu dependo da montadora estar participando dessa etapa", explicou.
Uma carreira construída entre categorias e continentes
Antes de se firmar como referência do endurance nos Estados Unidos, Nasr passou por diversas categorias do automobilismo mundial, incluindo a Fórmula 1 e a Fórmula E. Essa trajetória diversificada ajuda a explicar a maturidade com que hoje encara o desafio de Le Mans: não como uma obsessão isolada, mas como a peça que falta em uma carreira já recheada de conquistas relevantes. Para o automobilismo brasileiro, a expectativa de vê-lo competir novamente na França carrega um significado que vai além do resultado individual - seria a chance de escrever um capítulo inédito na história do país na mais célebre corrida de resistência do mundo.